Há gente que faz
Depois o antes
E o antes depois
Há gente que sempre
Coloca a carroça
Na frente dos bois
quinta-feira, 18 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Por Tudo Quanto Vivo
Por tudo quanto vivo
Posso crer no que vejo
E penso que a vida
É desejo de satisfação
Desejo inconsciente
De mais e mais amor
Apenas por satisfação
De um desejo por mais
E mais desejo
Por tudo quanto vejo
Posso crer no que vivo
Na coragem do acordar
Do abrir os olhos
Do parar de sonhar
Do sair da inercia
Pois a inercia
É estado seguro
Dos pobres de alma
Dos pobres sem futuro
Por tudo quanto vivo
Por tudo quanto vejo
Posso crer num desejo
De prospero futuro
Da ânsia da conquista
De planos feitos
Que talvez mudem
Com o tempo que passa
E também passe o desejo
De viver tudo que vivo
E de crer em tudo que vejo
Posso crer no que vejo
E penso que a vida
É desejo de satisfação
Desejo inconsciente
De mais e mais amor
Apenas por satisfação
De um desejo por mais
E mais desejo
Por tudo quanto vejo
Posso crer no que vivo
Na coragem do acordar
Do abrir os olhos
Do parar de sonhar
Do sair da inercia
Pois a inercia
É estado seguro
Dos pobres de alma
Dos pobres sem futuro
Por tudo quanto vivo
Por tudo quanto vejo
Posso crer num desejo
De prospero futuro
Da ânsia da conquista
De planos feitos
Que talvez mudem
Com o tempo que passa
E também passe o desejo
De viver tudo que vivo
E de crer em tudo que vejo
Hoje A Noite
Hoje a noite
Caiu mais gelada
Mais gelando
Mais triste
E foi entrando
Pela janela
E foi se apossando
Na cama
Do lugar dela
Caiu mais gelada
Mais gelando
Mais triste
E foi entrando
Pela janela
E foi se apossando
Na cama
Do lugar dela
terça-feira, 5 de março de 2013
Poeta Não Chora
Eu não tinha que chorar
Poeta não chora
Poeta escreve lagrimas
Mas eu chorei
E nesse pranto, pelos olhos,
Me fugiu um poema.
Poeta não chora
Poeta escreve lagrimas
Mas eu chorei
E nesse pranto, pelos olhos,
Me fugiu um poema.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Domingo Vazio
Domingo
Inda é domingo
A dor míngua
Mas domingo
Ainda há dor
Que míngua
Mas não domingo
Inda é domingo
A dor míngua
Mas domingo
Ainda há dor
Que míngua
Mas não domingo
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Cantiga Religiosa Ao Avesso
Eis aqui meus olhos
Eis aqui minhas mãos
Se você existir, meu Deus
Sou todo oração
Eis aqui minhas mãos
Se você existir, meu Deus
Sou todo oração
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Soneto de Minha Vida
Vai, minha vida sem sentido
Venho sentindo um descontentamento
Que, diante de meu constante lamento
Passa por todos incógnito, desapercebido.
Num súbito fio de esperança
De cima do outeiro de minha vida
Tento me enxergar novamente criança
Época boa de paz consentida.
Olho para meu eu menino
E vejo o quanto se perdeu
Meio a esse caminho tortuoso
Volto a mim temeroso
Tentando encontrar quem sou eu
Perdi no caminho meu destino.
Venho sentindo um descontentamento
Que, diante de meu constante lamento
Passa por todos incógnito, desapercebido.
Num súbito fio de esperança
De cima do outeiro de minha vida
Tento me enxergar novamente criança
Época boa de paz consentida.
Olho para meu eu menino
E vejo o quanto se perdeu
Meio a esse caminho tortuoso
Volto a mim temeroso
Tentando encontrar quem sou eu
Perdi no caminho meu destino.
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