Poeta,
Não conheço tua dor
Mas tenho dor imensa
Ao te ver como hoje vi
Algo que lhe doía
Transparecia em tua sombra
Tua alma então chorava
E de lagrimas te cobria
Te matas e a mim
Lanças dor imensa
Me atordoando
E entristecendo
Poeta, salva-te agora
Que ainda há tempo
Pra mais um verso
Até raiar o dia.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Saudosismo
Meu grande amigo
Há muito tempo não lhe vejo
E nem se quer há um ensejo
Pra que eu possa te encontrar
Sei que há amores,
Alegrias, tantas dores,
Há espinhos e outras flores
Que você quer me contar
Amigo, eu estou longe
Mas não esqueço nosso tempo
Em que eu sempre estava atento
E você sempre a me ensinar
Meu grande amigo
Quisera eu ser a criança
Que eu guardo na lembrança
E novamente te chamar
Para brincar
Há muito tempo não lhe vejo
E nem se quer há um ensejo
Pra que eu possa te encontrar
Sei que há amores,
Alegrias, tantas dores,
Há espinhos e outras flores
Que você quer me contar
Amigo, eu estou longe
Mas não esqueço nosso tempo
Em que eu sempre estava atento
E você sempre a me ensinar
Meu grande amigo
Quisera eu ser a criança
Que eu guardo na lembrança
E novamente te chamar
Para brincar
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O Tempo
O tempo, esse inimigo
Da paciência, me veio
Outro dia, ao pé do ouvido,
Contar coisas que eu não sabia
Me contou historias
Dos homens e suas manias
De como passava rápido as noites
E como gostava de demorar os dias
Soprou-me um pouco de vida
Dizendo que eu ia precisar
Me mandou quebrar o relógio
E parar de me preocupar
Me explicou sua relatividade
E porque isso nos foge a compreensão
Se desculpou pelas mortes e
Pelas saudades pediu perdão
Foi embora e eu
Nem sequer percebi
Enquanto o tempo ficou
O quanto eu envelheci.
Da paciência, me veio
Outro dia, ao pé do ouvido,
Contar coisas que eu não sabia
Me contou historias
Dos homens e suas manias
De como passava rápido as noites
E como gostava de demorar os dias
Soprou-me um pouco de vida
Dizendo que eu ia precisar
Me mandou quebrar o relógio
E parar de me preocupar
Me explicou sua relatividade
E porque isso nos foge a compreensão
Se desculpou pelas mortes e
Pelas saudades pediu perdão
Foi embora e eu
Nem sequer percebi
Enquanto o tempo ficou
O quanto eu envelheci.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O Mundo Não Sabe
O mundo não sabe
Nada do mundo
Da dor do profundo,
Da ilusão que lhe cabe
No mundo não vale
O pranto nem o riso
Nem mesmo o amor
Conciso, não vale
E antes que o mundo acabe
Ressurgirei do profundo
Das memórias de um mundo
Que morreu e nem sabe
Nada do mundo
Da dor do profundo,
Da ilusão que lhe cabe
No mundo não vale
O pranto nem o riso
Nem mesmo o amor
Conciso, não vale
E antes que o mundo acabe
Ressurgirei do profundo
Das memórias de um mundo
Que morreu e nem sabe
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Acho Tão Estranho
Acho tão estranho
Te olhar nos olhos
E enxergar o que queria
Há algum tempo atrás
Me desacostumei
A querer um amor
Todo tempo que passou
Me fez achar que tanto faz
Não ligo mais
A vida me endureceu
A vontade passou, morreu
Meu barco se atracou ao cais.
Te olhar nos olhos
E enxergar o que queria
Há algum tempo atrás
Me desacostumei
A querer um amor
Todo tempo que passou
Me fez achar que tanto faz
Não ligo mais
A vida me endureceu
A vontade passou, morreu
Meu barco se atracou ao cais.
Espero
Espero
Ausente
Reflito
Bocejo
Escrevo
Apago
Disfarço
Não vejo
Percebo
É tarde
Apresso
Meu passo
Não faço
Não penso
Não temo
Cansaço
Como é
Que podia
Na noite
Ou de dia
Viver
Não vivia
Sonhar
Não sonhava
E quando
Acordava
Era eu
E morria
Ausente
Reflito
Bocejo
Escrevo
Apago
Disfarço
Não vejo
Percebo
É tarde
Apresso
Meu passo
Não faço
Não penso
Não temo
Cansaço
Como é
Que podia
Na noite
Ou de dia
Viver
Não vivia
Sonhar
Não sonhava
E quando
Acordava
Era eu
E morria
sábado, 30 de outubro de 2010
Outra Vez
Outra vez
O coração despedaçado
Meu peito sofrendo calado
Toda essa insensatez
Toda vida
Revirando essa revolta
Abro a janela e fecho a porta
Pra não ver você passar
Nossa historia
Se acabou no esquecimento
Minha cantiga voou com o vento
Não sei mais oque cantar
Não tenho pressa
A esperança foi embora
Estou sozinho e por agora
É assim que vou ficar
O coração despedaçado
Meu peito sofrendo calado
Toda essa insensatez
Toda vida
Revirando essa revolta
Abro a janela e fecho a porta
Pra não ver você passar
Nossa historia
Se acabou no esquecimento
Minha cantiga voou com o vento
Não sei mais oque cantar
Não tenho pressa
A esperança foi embora
Estou sozinho e por agora
É assim que vou ficar
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