Corre o carro
Escarro escorre
Ou vive ou morre
Ou acende o cigarro
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Amigo J.
Poeta,
Não conheço tua dor
Mas tenho dor imensa
Ao te ver como hoje vi
Algo que lhe doía
Transparecia em tua sombra
Tua alma então chorava
E de lagrimas te cobria
Te matas e a mim
Lanças dor imensa
Me atordoando
E entristecendo
Poeta, salva-te agora
Que ainda há tempo
Pra mais um verso
Até raiar o dia.
Não conheço tua dor
Mas tenho dor imensa
Ao te ver como hoje vi
Algo que lhe doía
Transparecia em tua sombra
Tua alma então chorava
E de lagrimas te cobria
Te matas e a mim
Lanças dor imensa
Me atordoando
E entristecendo
Poeta, salva-te agora
Que ainda há tempo
Pra mais um verso
Até raiar o dia.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Saudosismo
Meu grande amigo
Há muito tempo não lhe vejo
E nem se quer há um ensejo
Pra que eu possa te encontrar
Sei que há amores,
Alegrias, tantas dores,
Há espinhos e outras flores
Que você quer me contar
Amigo, eu estou longe
Mas não esqueço nosso tempo
Em que eu sempre estava atento
E você sempre a me ensinar
Meu grande amigo
Quisera eu ser a criança
Que eu guardo na lembrança
E novamente te chamar
Para brincar
Há muito tempo não lhe vejo
E nem se quer há um ensejo
Pra que eu possa te encontrar
Sei que há amores,
Alegrias, tantas dores,
Há espinhos e outras flores
Que você quer me contar
Amigo, eu estou longe
Mas não esqueço nosso tempo
Em que eu sempre estava atento
E você sempre a me ensinar
Meu grande amigo
Quisera eu ser a criança
Que eu guardo na lembrança
E novamente te chamar
Para brincar
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O Tempo
O tempo, esse inimigo
Da paciência, me veio
Outro dia, ao pé do ouvido,
Contar coisas que eu não sabia
Me contou historias
Dos homens e suas manias
De como passava rápido as noites
E como gostava de demorar os dias
Soprou-me um pouco de vida
Dizendo que eu ia precisar
Me mandou quebrar o relógio
E parar de me preocupar
Me explicou sua relatividade
E porque isso nos foge a compreensão
Se desculpou pelas mortes e
Pelas saudades pediu perdão
Foi embora e eu
Nem sequer percebi
Enquanto o tempo ficou
O quanto eu envelheci.
Da paciência, me veio
Outro dia, ao pé do ouvido,
Contar coisas que eu não sabia
Me contou historias
Dos homens e suas manias
De como passava rápido as noites
E como gostava de demorar os dias
Soprou-me um pouco de vida
Dizendo que eu ia precisar
Me mandou quebrar o relógio
E parar de me preocupar
Me explicou sua relatividade
E porque isso nos foge a compreensão
Se desculpou pelas mortes e
Pelas saudades pediu perdão
Foi embora e eu
Nem sequer percebi
Enquanto o tempo ficou
O quanto eu envelheci.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O Mundo Não Sabe
O mundo não sabe
Nada do mundo
Da dor do profundo,
Da ilusão que lhe cabe
No mundo não vale
O pranto nem o riso
Nem mesmo o amor
Conciso, não vale
E antes que o mundo acabe
Ressurgirei do profundo
Das memórias de um mundo
Que morreu e nem sabe
Nada do mundo
Da dor do profundo,
Da ilusão que lhe cabe
No mundo não vale
O pranto nem o riso
Nem mesmo o amor
Conciso, não vale
E antes que o mundo acabe
Ressurgirei do profundo
Das memórias de um mundo
Que morreu e nem sabe
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Acho Tão Estranho
Acho tão estranho
Te olhar nos olhos
E enxergar o que queria
Há algum tempo atrás
Me desacostumei
A querer um amor
Todo tempo que passou
Me fez achar que tanto faz
Não ligo mais
A vida me endureceu
A vontade passou, morreu
Meu barco se atracou ao cais.
Te olhar nos olhos
E enxergar o que queria
Há algum tempo atrás
Me desacostumei
A querer um amor
Todo tempo que passou
Me fez achar que tanto faz
Não ligo mais
A vida me endureceu
A vontade passou, morreu
Meu barco se atracou ao cais.
Espero
Espero
Ausente
Reflito
Bocejo
Escrevo
Apago
Disfarço
Não vejo
Percebo
É tarde
Apresso
Meu passo
Não faço
Não penso
Não temo
Cansaço
Como é
Que podia
Na noite
Ou de dia
Viver
Não vivia
Sonhar
Não sonhava
E quando
Acordava
Era eu
E morria
Ausente
Reflito
Bocejo
Escrevo
Apago
Disfarço
Não vejo
Percebo
É tarde
Apresso
Meu passo
Não faço
Não penso
Não temo
Cansaço
Como é
Que podia
Na noite
Ou de dia
Viver
Não vivia
Sonhar
Não sonhava
E quando
Acordava
Era eu
E morria
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